Como escolher uma agência de criação de sites: 15 perguntas

Resposta rápida

Para saber como escolher uma agência de criação de sites, compare o escopo escrito, os critérios de aceite, o suporte e a titularidade de domínio, hospedagem, código e contas. A melhor escolha entrega um site que funciona e deixa sua empresa livre para trocar de fornecedor.

Artigos sobre Sites e SEOPor Publicado em Atualizado em 13 min de leitura

Saber como escolher uma agência de criação de sites começa por uma mudança de pergunta: em vez de “quem faz o site mais bonito pelo menor prazo”, pergunte “quem entrega um site que funciona e deixa minha empresa no controle”. Na prática, isso significa comparar propostas por escopo escrito, titularidade de domínio, hospedagem, código e contas, critérios de aceite e suporte depois da publicação.

Este guia traz 15 perguntas para fazer antes de contratar, inclusive sobre SEO (otimização para buscadores). Também mostra os sinais de alerta mais comuns, uma tabela comparando freelancer, agência, plataforma de autoatendimento e equipe interna, e um checklist do contrato de criação de site.

Se a sua dúvida principal é sobre investimento, leia também quanto custa um site profissional. Aqui o foco é seleção de fornecedor e contrato.

O que define uma boa agência de criação de sites?

Uma boa agência de criação de sites entrega um site publicado que cumpre um objetivo de negócio, com escopo e aceite combinados por escrito, e deixa domínio, contas, código e documentação sob controle da empresa contratante. Portfólio bonito é condição necessária, mas não suficiente.

Três critérios separam um bom fornecedor de um fornecedor arriscado:

  1. Clareza. A proposta diz o que está incluído, o que não está, o que depende de você e como o trabalho será aprovado.
  2. Entrega verificável. O resultado é um site no ar, testado em celular e computador, com formulários, medição e redirecionamentos funcionando, não um arquivo de layout.
  3. Autonomia do cliente. Sua empresa consegue acessar tudo, entender o que foi feito e trocar de fornecedor sem reconstruir o site do zero.

O terceiro critério é o que poucos guias exploram e o que mais gera problema depois. Um site “refém” é aquele em que o domínio está no nome da agência, a hospedagem está numa conta que você não acessa e o código só funciona dentro de uma ferramenta proprietária do fornecedor. Enquanto a relação vai bem, ninguém percebe. Quando você quer mudar, descobre que não é dono do próprio endereço na internet.

Por que o site próprio ainda faz diferença?

O site próprio continua sendo um ativo que muitas empresas ainda não têm. Segundo a pesquisa TIC Empresas 2025, do Cetic.br, 53% das empresas brasileiras com mais de dez pessoas ocupadas tinham site em 2025, praticamente o mesmo patamar de 2019, quando eram 54%. Na mesma TIC Empresas 2025, a presença em WhatsApp ou Telegram subiu de 74% em 2024 para 79% em 2025, ou seja, boa parte da presença digital está em canais que a empresa não controla.

A maturidade digital também é baixa entre os pequenos negócios. O estudo Maturidade Digital dos Pequenos Negócios, do Sebrae e da ABDI, ouviu 6.933 negócios em 2024 e registrou média nacional de 35 em uma escala de 0 a 80 pontos. No mesmo estudo do Sebrae e da ABDI, a pontuação foi de 31 pontos entre os microempreendedores individuais e de 42 pontos entre as empresas de pequeno porte.

Por isso, escolher bem o fornecedor do site é também escolher quem vai ajudar sua empresa a sair desse patamar com autonomia.

O que definir antes de conversar com fornecedores de site?

Você só consegue comparar propostas se todas responderem ao mesmo pedido. Antes de falar com qualquer empresa de criação de sites, escreva em uma página o objetivo do site, quem ele precisa convencer e quem vai produzir o conteúdo.

Um briefing curto resolve a maior parte das diferenças entre orçamentos. Responda:

  • Objetivo principal. Gerar contatos, apresentar a empresa para grandes clientes, recrutar, vender online, dar suporte? Um site que precisa gerar pedidos de orçamento é diferente de um site de credibilidade institucional. Se a dúvida é entre uma página única de conversão e um site completo, veja landing page ou site.
  • Público e ação esperada. Quem visita, de onde vem (Google, indicação, anúncio, redes sociais) e o que deve fazer ao chegar.
  • Páginas previstas. Uma lista inicial: início, sobre, serviços, contato, blog, páginas de cada serviço.
  • Conteúdo. Quem escreve os textos, quem fornece fotos e se a empresa já tem identidade visual. Se a marca ainda não está definida, vale entender o que é identidade visual antes do site.
  • Integrações. CRM, WhatsApp, agenda, ferramentas de e-mail, área do cliente.
  • Site atual. Se existe, quais páginas recebem visitas e precisam ser mantidas ou redirecionadas.
  • Responsável interno. Quem aprova, em quanto tempo, e quem vai cuidar do site depois.

Com isso em mãos, as propostas passam a ser comparáveis. Sem isso, você compara escopos diferentes e escolhe pela impressão da conversa.

Como escolher uma agência de criação de sites: 15 perguntas antes de contratar

As 15 perguntas abaixo cobrem o que mais gera conflito em projetos de site: escopo, titularidade, prazo, qualidade técnica e suporte. Peça que as respostas venham por escrito na proposta; o que fica só na conversa não protege nenhum dos lados.

O que perguntar sobre escopo, entregáveis e exclusões?

1. Quais entregáveis estão incluídos, item por item? Número de páginas e modelos de página, textos (quem escreve), imagens (quem fornece ou licencia), formulários, blog, versão em outro idioma, integrações. “Site completo” não é escopo.

2. O que está explicitamente fora do escopo? Uma boa proposta tem uma lista de exclusões. Produção de fotos, redação, tradução, cadastro de produtos, anúncios e manutenção costumam ficar fora, e é melhor saber antes.

3. O que vocês precisam da minha empresa, e quando? Materiais, acessos, aprovações e um responsável interno. Os prazos de entrega devem ser contados a partir do recebimento desses itens, e a proposta deve dizer isso.

Titularidade: domínio, hospedagem, código e contas em nome de quem?

A titularidade define se você é dono do site. A resposta certa é sempre “em nome da sua empresa”, com o fornecedor acessando como usuário convidado.

4. Em nome de quem o domínio será registrado? Para domínios .br, o titular é a pessoa física ou jurídica registrada no Registro.br. O domínio deve estar no CNPJ da sua empresa (ou no CPF do responsável, quando for o caso), com e-mail de contato que a empresa controla. O fornecedor pode ser contato técnico, nunca titular.

5. A hospedagem e as contas de ferramentas ficarão em nome da empresa? Hospedagem, Google Search Console, Google Analytics, Perfil da Empresa no Google, ferramentas de formulário e e-mail. A conta de cobrança deve ser sua, e o fornecedor recebe acesso com permissão adequada, que pode ser revogada.

6. Quem fica com o código, os arquivos de design e as licenças? O contrato deve prever cessão de direitos ou licença de uso ampla sobre o que foi criado sob encomenda, e entregar arquivos-fonte. Temas, plugins, fontes e bancos de imagem pagos seguem as licenças dos seus fornecedores: peça a lista, com quem é o titular de cada licença e o que acontece se ela não for renovada.

7. Se eu quiser trocar de fornecedor, o que recebo e em quanto tempo? Pergunte diretamente. A resposta deve incluir acessos, código ou exportação do conteúdo, documentação básica e prazo de transição. Se o site depende de uma plataforma proprietária do fornecedor que não permite exportação, saiba disso agora.

Como combinar prazo, revisões e critérios de aceite?

8. Qual é o cronograma por marcos? Por exemplo: estrutura de páginas, layout, conteúdo, desenvolvimento, testes, publicação. Cada marco com entrega e aprovação. Um cronograma realista mostra o que depende de cada lado.

9. Quantas rodadas de revisão estão incluídas e o que conta como revisão? O comum é haver um número definido de rodadas consolidadas por marco. Vale combinar que pedir funcionalidade nova é mudança de escopo, enquanto corrigir defeito em relação ao que foi aprovado não consome revisão.

10. Como o site será aceito? Critérios verificáveis: páginas aprovadas publicadas, formulários entregando mensagens no destino certo, site funcionando nos navegadores e tamanhos de tela combinados, redirecionamentos testados, medição registrando visitas, acessos transferidos. Sem critério de aceite, o projeto nunca termina ou termina mal.

O que exigir em SEO, desempenho, acessibilidade e medição?

11. O que exatamente é entregue em SEO? A base que um site novo precisa: páginas rastreáveis, títulos e descrições únicos, URLs descritivas, cabeçalhos organizados, textos alternativos em imagens, sitemap, cadastro no Search Console e redirecionamento das URLs antigas. O Guia de SEO para iniciantes do Google é uma boa régua para conferir a resposta. Se a agência promete posição, veja os sinais de alerta mais abaixo.

12. Como vocês medem desempenho? O Google descreve as Core Web Vitals como métricas de experiência real: carregamento do conteúdo principal (LCP, com meta de até 2,5 segundos), resposta a interações (INP, abaixo de 200 milissegundos) e estabilidade visual (CLS, abaixo de 0,1). Pergunte se o fornecedor testa essas métricas, em quais páginas e com qual ferramenta.

13. O site seguirá critérios de acessibilidade? A referência internacional são as WCAG 2.2 do W3C, com três níveis de conformidade (A, AA e AAA). Pergunte qual nível é a meta e como será verificado: contraste, navegação por teclado, textos alternativos, formulários com rótulos. Acessibilidade amplia o público e reduz atrito para todos.

14. Como os dados de quem preenche formulários serão tratados? Formulários coletam dados pessoais, e a LGPD, no art. 46, exige medidas de segurança técnicas e administrativas desde a concepção do serviço. Pergunte para onde os dados vão, quem tem acesso, se há política de privacidade e aviso de cookies e como os acessos do fornecedor serão encerrados ao fim do contrato.

Como funciona o suporte depois da publicação?

15. O que acontece depois que o site vai ao ar? Defina o período de garantia para correção de defeitos, o que é coberto por suporte, quem atualiza sistema, plugins e certificados de segurança, quem faz backup e com que frequência, e o tempo de resposta para incidentes. Manutenção é um serviço à parte na maioria dos casos, e tudo bem, desde que esteja claro. Para entender o que costuma entrar nesse serviço, veja manutenção de site.

Quais são os sinais de alerta em propostas de site?

Os principais sinais de alerta são promessa de resultado garantido, escopo vago, domínio ou contas em nome do fornecedor e ausência de critérios de aceite. Qualquer um deles justifica pedir esclarecimento por escrito antes de assinar.

Fique atento a:

  • Garantia de primeira posição no Google. O próprio Google, na página Você precisa de SEO?, é direto: “Ninguém pode garantir a classificação em primeiro lugar no Google.” O texto também recomenda desconfiar de quem diz ter um “relacionamento privilegiado” com o buscador.
  • Promessa de aumento de vendas. Um site melhora a apresentação e a conversão, mas vendas dependem também de oferta, tráfego e atendimento. Quem promete número de vendas sem controlar essas variáveis está vendendo expectativa.
  • “A gente registra o domínio para você”. Pode ser só gentileza, mas confirme que o registro sai no seu CNPJ.
  • Proposta de uma linha. “Site institucional responsivo” sem páginas, exclusões, prazos por marco e aceite.
  • Revisões ilimitadas. Parece generoso, mas costuma esconder ausência de processo e leva a projetos que se arrastam.
  • Plataforma proprietária sem exportação. O site só existe dentro do sistema do fornecedor.
  • Nenhuma pergunta sobre o seu negócio. O Google lista entre as boas perguntas a fazer a um profissional de SEO se ele demonstra interesse no seu negócio, nos concorrentes e em como os clientes encontram você. O mesmo vale para quem cria o site.
  • Pressa para fechar. Condição especial que expira amanhã não é critério de qualidade.

Freelancer, agência, plataforma ou equipe interna: qual escolher?

Não existe opção certa para todos: a escolha depende da complexidade do projeto, do tempo que sua empresa tem para acompanhar e de quem vai cuidar do site depois. A dúvida entre freelancer ou agência para site é a mais comum, mas vale considerar as quatro alternativas.

Tabela: freelancer, agência, plataforma de autoatendimento e equipe interna

Tabela: freelancer, agência, plataforma de autoatendimento e equipe interna
Critério Freelancer Agência Plataforma de autoatendimento Equipe interna
Quando faz sentido Site simples, escopo fechado, alguém interno acompanha Projeto com design, conteúdo, SEO, integrações e suporte Necessidade básica, orçamento enxuto, alguém com tempo para montar Site central para o negócio, com evolução constante
Competências reunidas Depende de uma pessoa Design, desenvolvimento, conteúdo e SEO em um time As que você trouxer As que você contratar
Risco de dependência Alto, se a pessoa some Médio, reduzido com titularidade e documentação Alto em relação à plataforma, baixo em relação a pessoas Baixo de fornecedor, alto de rotatividade
Esforço da sua empresa Médio a alto Médio, concentrado em briefing e aprovações Alto: você monta e mantém Alto: gestão de pessoas e ferramentas
Suporte depois do ar Variável Normalmente oferecido como serviço contínuo Suporte da plataforma, não do seu conteúdo Contínuo, se houver dedicação
O que exigir Contrato, titularidade, arquivos-fonte Contrato, titularidade, aceite, documentação Exportação de conteúdo e domínio próprio Documentação e mais de uma pessoa com acesso

Em todos os modelos, as exigências de titularidade são as mesmas. Freelancer ou agência, o domínio continua sendo da sua empresa.

Exemplo ilustrativo (hipotético): como comparar duas propostas para o mesmo site?

Exemplo hipotético, criado apenas para ilustrar a comparação. Uma clínica de fisioterapia com duas unidades pede propostas para um site com páginas de serviços, agendamento via WhatsApp e blog. A proposta A parece mais vantajosa à primeira vista e promete “site completo em 15 dias, com SEO e revisões ilimitadas”.

A proposta B lista onze páginas, exclui produção de fotos e redação do blog, prevê duas rodadas de revisão por marco, registra o domínio no CNPJ da clínica, configura Search Console e Analytics em contas da clínica, define critérios de aceite e prevê um período de garantia.

Ao aplicar as 15 perguntas, a clínica descobre que na proposta A o domínio ficaria no nome do fornecedor, o site seria montado numa plataforma sem exportação e “SEO” significava apenas preencher títulos. A proposta B parecia exigir mais investimento, mas a A embutia custos futuros: renovar o domínio por intermédio do fornecedor, refazer o site em caso de troca e contratar SEO técnico depois. A comparação justa só aparece quando as duas respondem às mesmas perguntas.

O que precisa estar escrito no contrato de criação de site?

O contrato de criação de site precisa registrar escopo, responsabilidades, aceite, titularidade, suporte e regras de saída. Use a lista abaixo para conferir a proposta e a minuta antes de assinar.

Checklist do contrato de criação de site

  • Lista de páginas, modelos e funcionalidades incluídas
  • Lista de exclusões (redação, fotos, tradução, anúncios, manutenção)
  • Dependências da sua empresa: materiais, acessos, aprovações e prazo de resposta
  • Cronograma por marcos, contado a partir do recebimento de materiais e acessos
  • Número de rodadas de revisão por marco e regra para mudança de escopo
  • Critérios de aceite verificáveis
  • Domínio registrado no CNPJ da empresa, com e-mail de contato controlado por ela
  • Hospedagem e contas de ferramentas em nome da empresa, com acesso do fornecedor revogável
  • Cessão de direitos ou licença de uso do código, layout e arquivos-fonte
  • Lista de componentes de terceiros (temas, plugins, fontes, imagens) e titular de cada licença
  • Entregas mínimas de SEO, desempenho e acessibilidade, com a forma de verificação
  • Tratamento de dados pessoais coletados no site e política de privacidade
  • Período de garantia para correção de defeitos
  • Condições de suporte e manutenção, se contratadas: escopo, tempo de resposta, backups
  • Documentação de entrega e treinamento para editar o conteúdo
  • Regras de encerramento: entrega de acessos, arquivos e prazo de transição

Se a proposta não cobre algum item, peça que inclua. Uma agência séria não se incomoda com essas perguntas; elas também protegem o fornecedor de pedidos fora do combinado.

Vale lembrar que contratar site profissional é uma das primeiras etapas de estruturação digital, não a única. Se o site faz parte de um movimento maior, o guia sobre transformação digital na pequena empresa ajuda a definir a ordem das prioridades, e o texto sobre experiência do usuário (UX) e interface, UX e UI design, explica como esses fatores afetam a conversão do site.

Como a True Fiction pode ajudar a contratar seu site?

A True Fiction cria sites institucionais com escopo claro, critérios de aceite e autonomia do cliente como regra: domínio, hospedagem e contas ficam em nome da sua empresa, e você recebe documentação e treinamento para operar o site. Respondemos às 15 perguntas deste guia por escrito, na proposta.

  • Criação de sites institucionais: estrutura de páginas, design, desenvolvimento, base de SEO, medição e publicação, com duas rodadas de revisão por marco.
  • Criação de identidade visual: quando a marca ainda não está definida, organizamos a identidade antes do site para que ele nasça consistente.
  • Manutenção e suporte: atualizações, backups, correções e pequenas evoluções depois da publicação, com escopo e tempo de resposta definidos.

Não prometemos posição no Google nem aumento de vendas: entregamos a base técnica e acompanhamos as métricas com você. Prazo, escopo e investimento são definidos depois de uma conversa sobre objetivo, páginas, conteúdo e integrações.

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Serviços da True Fiction relacionados a sites e SEO

Os serviços da True Fiction listados a seguir aplicam na sua empresa o que este artigo explica sobre sites e SEO.

  • Sites institucionais

    Criação de site institucional é o projeto do site que apresenta sua empresa, explica o que ela faz e facilita o contato.

  • Manutenção e suporte

    Manutenção de sites e sistemas é a rotina mensal que mantém site, loja, automações e agentes de IA no ar, seguros e em dia.

  • Identidade visual

    Criação de identidade visual é o projeto que define logo, cores, fontes e regras de uso da sua marca.

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Prazo, escopo e investimento são detalhados na conversa.

Perguntas frequentes sobre sites e SEO

O que perguntar antes de contratar uma agência de sites? Pergunte o que está incluído e excluído no escopo e em nome de quem ficam domínio, hospedagem, código e contas.

O que perguntar antes de contratar uma agência de sites?

Pergunte o que está incluído e excluído no escopo e em nome de quem ficam domínio, hospedagem, código e contas. Pergunte também quantas rodadas de revisão existem, como o site será aceito, o que é entregue em SEO, desempenho e acessibilidade e como funciona o suporte depois da publicação. As respostas precisam estar na proposta ou no contrato, não só na conversa.

Quem é o dono do site depois de pronto?

A titularidade do site depende do contrato. O recomendável é que o domínio esteja registrado no CNPJ ou CPF do responsável pela empresa, que a hospedagem e as contas de ferramentas estejam em nome da empresa e que o contrato preveja a cessão ou licença de uso do código e dos arquivos criados. Componentes de terceiros, como temas, plugins e fontes, seguem as licenças de cada fornecedor e devem ser listados.

Como saber se uma agência de sites é confiável?

Veja trabalhos publicados que você possa acessar e testar, peça uma proposta com entregáveis, exclusões e critérios de aceite, confirme como ela trata acessos e titularidade e desconfie de promessas de primeira posição no Google. Uma agência confiável explica o que depende dela e o que depende da sua empresa.

É melhor contratar freelancer ou agência para fazer o site?

Um freelancer pode funcionar bem para sites simples, com escopo fechado e quando a empresa tem alguém para acompanhar. Uma agência tende a fazer mais sentido quando o projeto envolve design, conteúdo, SEO, integrações e suporte contínuo, porque reúne mais competências e reduz a dependência de uma única pessoa. Em ambos os casos, valem as mesmas exigências de contrato e titularidade.

O que deve constar no contrato de criação de site?

O contrato de criação de site deve trazer o escopo com entregáveis e exclusões, as dependências da sua empresa, o cronograma por marcos, o número de rodadas de revisão e os critérios de aceite. Também precisa definir a titularidade de domínio, hospedagem, código e contas, listar as licenças de terceiros e prever garantia de correção de defeitos. Por fim, registre as condições de suporte, o tratamento de dados pessoais e as regras de encerramento, com entrega de acessos e arquivos.

A agência deve entregar o site otimizado para o Google?

Sim, a agência deve entregar a base técnica e editorial de SEO: páginas rastreáveis, títulos e descrições, URLs claras, redirecionamentos de páginas antigas, sitemap, dados de medição configurados e bom desempenho. Isso não garante posição. O próprio Google afirma que ninguém pode garantir o primeiro lugar nos resultados.

Quanto tempo leva para criar um site institucional?

O prazo depende do número de páginas, de quem produz o conteúdo, da existência de identidade visual e das integrações. Sites institucionais focados costumam levar algumas semanas contadas a partir do recebimento de materiais e acessos. O atraso mais comum vem de conteúdo e aprovações, por isso o cronograma deve mostrar o que depende de cada lado.

Fontes e referências do artigo

As fontes abaixo sustentam os dados e as afirmações deste artigo, com links para os documentos originais.

  1. Google Search Central: Você precisa de SEO? Dicas para contratar um especialista
  2. Google Search Central: Guia de SEO para iniciantes
  3. Google Search Central: Como entender o Core Web Vitals e os resultados da pesquisa
  4. W3C: Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.2
  5. Cetic.br: Pesquisa TIC Empresas 2025, resumo executivo
  6. Sebrae e ABDI: Maturidade Digital dos Pequenos Negócios (2024)
  7. Lei nº 13.709/2018, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)

Como começar um projeto com a True Fiction

Um projeto com a True Fiction começa por uma conversa sobre o objetivo, o momento e as restrições da sua empresa. Depois dessa conversa, apresentamos escopo, prazos e investimento.